Fundamentos
Antes de qualquer roteiro há quatro perguntas que convém não pular, porque as respostas que a gente se dá sem pensá-las vão governar tudo o que vier depois: o que nomeia a expressão “inteligência artificial”, de onde vem a ideia de que uma máquina pode fazer algo parecido com pensar, por que funcionou agora e não antes, e que tipo de conhecimento produz um sistema que aprende com exemplos.
Esta subseção abre o capítulo por uma razão prática. O mapa de recursos ensina a construir modelos e a contraparte crítica pergunta a que custo se constroem; nenhuma das duas discute o que é aquilo que se está construindo. Essa discussão é a daqui, e é mais velha que o campo: Turing a abriu em 1950 e ela ainda não se fechou.
Registro da evolução. Este material vem do capítulo 1 da v1, reescrito e atualizado. Três entradas daquele capítulo ficaram de fora: Alguns probleminhas em torno da IA, que hoje vive ampliada em Pensar a IA a partir do Sul Global; Para ler, substituída por Começar e Para saber ainda mais; e as seções de humor e de sistemas complexos, que não resistiram à releitura. Cada entrada daqui enlaça no fim com sua versão original. A v1 existe apenas em espanhol.